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Segunda-feira, 22 de abril de 2019

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Juiz condena companhia aérea a indenizar cliente após atraso de 32 horas em voo

Da Redação - Vinicius Mendes

07 Jan 2019 - 14:57

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

Juiz condena companhia aérea a indenizar cliente após atraso de 32 horas em voo
O juiz Tiago Souza Nogueira de Abreu, da Sétima Vara de Sinop, condenou a Azul Linhas Aéreas a indenizar em R$ 6 mil um cliente após sucessivas alterações do itinerário de seu voo, que resultou em um atraso de 32 horas em relação à data de chegada prevista inicialmente. O cliente voltava de Recife para Sinop (a 479 km de Cuiabá), em uma viagem em setembro de 2018.
 
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Em sua petição o requerente afirma que teve o itinerário de seu voo de retorno a Sinop alterado diversas vezes, unilateralmente pela companhia aérea. Ele narrou que seu voo sairia de Recife às 8h55 do dia 17 de setembro de 2018, com escala em Campinas e partindo às 13h05 para Cuiabá e só então seguindo de avião para Sinop, com previsão de chegada às 17h.
 
No entanto, ele afirma que houveram sucessivas alterações no itinerário, não apenas quanto aos horários, mas também quanto à data já que a partida foi adiada para o dia 18 de setembro de 2018, sendo que o destino final da viagem foi para o município de Sorriso, e não Sinop.
 
O juiz Tiago Souza Nogueira de Abreu então analisou o pedido e julgou parcialmente procedente o pedido do cliente, condenando a Azul Linhas Aéreas a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 6 mil.
 
“A prova produzida nos autos evidencia gritante falha na prestação de serviço da parte Requerida, no qual sucessivos erros evidenciaram o descaso com o consumidor e que implicaram em um atraso de trinta e duas horas após o originalmente previsto”, disse o magistrado.

5 comentários

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  • Naldo Rosa
    07 Jan 2019 às 20:10

    # Mero aborrecimento tbem tem valor seu ma la

  • Ricardo
    07 Jan 2019 às 19:39

    Juracy Ady, tá de sacanagem ne? Fala isso pq não foi você, eu já tive que ficar no aeroporto de Brasília 20h no ida para Natal e 12h na volta para Cuiabá. Só que no meu caso foi a LATAM.

  • Manoel
    07 Jan 2019 às 19:16

    Matérias como aquelas do fantástico sobre alguns advogados (minoria absoluta) só contribuem para as sentenças pífias como está. 32 horas de atraso 6 mil reais. Está difícil advogar em Mato Grosso! Isso só estimula as cias aéreas a práticas abusivas como a do presente caso. Absurdo!

  • Joaquim Teixeira
    07 Jan 2019 às 17:47

    Mero aborrecimento? A passagem foi gratuita Sr. Juracy Ady? A partir do momento que você cobra por um serviço, ele tem que ser executado conforme a descrição.

  • Juracy Ady
    07 Jan 2019 às 15:56

    Tiago errou. Foi mero aborrecimento.

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