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Quinta-feira, 29 de outubro de 2020

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Juiz nega pedido que tentava proibir advogado de circular em Cuiabá e Chapada

Da Redação - Arthur Santos da Silva

19 Set 2020 - 16:51

Foto: Reprodução

Juiz nega pedido que tentava proibir advogado de circular em Cuiabá e Chapada
O juiz Jamilson Haddad, titular da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica de Cuiabá, não atendeu dois pedidos feitos pelo advogado Francisco Faiad em favor da influencer Mariana Vidotto. Ela queria que o advogado Cleverson Contó pagasse uma pensão de alimentos e ficasse proibido de circular em alguns locais em Cuiabá e Chapada dos Guimarães. 

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Na petição, Mariana alegou que sofria violência e ameaça enquanto namorava com Contó, mas não apresentou provas suficientes para garantir que o advogado ficasse proibido de frequentar locais como shoppings, locais públicos como a Praça Popular e um supermercado na Av. Miguel Sutil. 

Outro pedido negado foi o de obrigar Contó a pagar pensão alimentícia. O magistrado justificou que os dois não possuem filhos menores em comum e também não se verifica os requisitos: necessidade, possibilidade e proporcionalidade. 

Contó se apresenta ao Poder Judiciário

O advogado Cleverson Contó se apresentou espontaneamente no balcão da secretaria da Vara Especializada de Violência Doméstica de Cuiabá, nesta sexta-feira (18).  Ele fez isso mesmo antes de ser intimado por meio de oficial de justiça. “O afastamento provisório é uma decisão que me beneficia”, declarou. 

“Faço questão de me apresentar espontaneamente e colaborar ao máximo com o Poder Judiciário que entendeu não haver motivação para o circo midiático”, continuou.

O advogado de defesa, Eduardo Mahon afirmou que a negativa de alimentos e de restrição de circulação demonstra a fragilidade das provas. “É inútil armar a opinião pública para vender curso de autoajuda. Um juiz experiente não vai cair nessa maquiagem”, declarou Mahon.

O defensor finalizou garantindo que o cliente vai provar judicialmente que o escândalo é fruto de uma articulação para tirar dinheiro de Contó. “O recrutamento de vítimas foi uma manobra que não deu certo”, pontua Mahon.

(Com informações da assessoria)

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