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Quinta-feira, 07 de julho de 2022

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Vinculadas a Arcanjo e estimadas em R$ 100 milhões, Estancia Colibri e 21 são avaliadas para leilão

Foto: Rogério Florentino/ Olhar Direto

Vinculadas a Arcanjo e estimadas em R$ 100 milhões, Estancia Colibri e 21 são avaliadas para leilão
A Justiça Federal em Mato Grosso determinou a realização de uma terceira avaliação sobre bens vinculados ao ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro. Entres os bens que passarão pela terceira avaliação estão os imóveis Estancia Colibri e a Estância 21. Cálculo passado, que está sob questionamento, valorou os bens em R$ 86 milhões e R$ 10 milhões, respectivamente. Decisão é do começo de julho.Apesar da avaliação e leilão serem geridos pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad), Arcanjo não possui condenação ou acusações por tráfico.
 
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Conforme informações do processo com a finalidade de leiloar os bens, a União discordou das duas primeiras avaliações sobre a Estância Colibri e Estância 21.  Houve divergências significativas entre a primeira e segunda avaliação, o que gerou dúvidas sobre as metodologias.
 
Na primeira avaliação a Estância Colibri foi valorada em R$ 41 milhões. Na segunda, o valor aumentou para R$ 86 milhões. Já a Estância 21 inicialmente foi valorada em R$ 6,5 milhões. A segunda avaliação alcançou R$ 10 milhões.
 
Ciente das discrepâncias apontadas pela União, o juiz Paulo Cézar Alves Sodré, da Sétima Vara Federal em Mato Grosso, determinou que um terceiro exame seja feito pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad).
 
A Senad é uma unidade do Ministério da Justiça e Segurança Pública que tem por missão garantir a aplicação da Justiça por meio da transformação dos bens apreendidos em razão de crimes em políticas sobre drogas.
 
“Deverá a Diretora de Secretaria deste Juízo adotar as providências necessárias para a inclusão do procedimento no SEI específico da SENAD, constante do seu sitio virtual na rede mundial de computador, para que os profissionais credenciados pela SENAD façam a alienação de todos imóveis tratados nestes autos, bem como previamente à alienação, façam a avaliação dos imóveis em relação aos quais a União discordou da 2ª avaliação e requereu avaliação por perito”, explicou o magistrado.
 
Terreno Comper
 
Além das duas estâncias, a Justiça determinou ainda terceira avaliação sobre “terreno do antigo Supermercado Comper da Avenida Fernando Correa”. Inicialmente avaliada em R$ 1,3 milhão, a área também será novamente examinada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas.
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