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Domingo, 16 de fevereiro de 2020

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Juiz concede domiciliar em ação sobre morte de homem que tentou evitar assalto em lava jato

Da Redação - Arthur Santos da Silva

24 Jan 2020 - 10:19

Foto: Reprodução

Três dos acusados

Três dos acusados

A jovem Barbara Mayara Queiroz, acusada de participação no latrocínio praticado contra Adriano Figueiredo de Oliveira, teve prisão preventiva convertida em detenção domiciliar. A vítima foi morta ao tentar impedir roubo a lava jato de Cuiabá. A informação consta em decisão do juiz Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, da Sétima Vara Criminal, datada de dezembro de 2019.

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Segundo os autos, seguem presos Juliano Rondon do Vale Silva, Elian Silva Bispo de Campos, Jose Igor Rodrigues dos Santos, João Alves da Rosa e Pablo Augusto Almeida do Nascimento. Barbara está sendo monitorada por tornozeleira.
 
 Assalto registrado em um lava jato no bairro Consil, em Cuiabá, matou uma pessoa baleada durante o mês de janeiro de 2019. Homem identificado como Adriano Figueiredo, 38, foi alvejado e morreu após ser socorrido.
 
Três homens portando uma arma amarraram o dono do lava jato para tentar roubar carros do estabelecimento. Um veículo modelo Chevrolet S-10 era o alvo, porém, estava quebrado. Os envolvidos então resolveram levar um automóvel modelo Volkswagen Gol.

Durante a ação, morador da região, que transitava pelo local para fazer sua caminhada matinal, avistou o crime e tentou impedir, utilizando uma pedra.

Ele foi baleado pelos bandidos na região do peito. Após a fuga dos envolvidos, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e levou a vítima ao Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá.

5 comentários

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  • LUCIDIO
    25 Jan 2020 às 12:27

    esse nosso brasil sem lei...

  • Santana
    24 Jan 2020 às 16:00

    Se fosse o Adriano ( vítima ) que tivesse alvejado qualquer um dos envolvidos ( tidos como suspeitos pela nossa lei ), com certeza estaria preso, com tornozeleira, sem direito a uma audiência de custódia, sem visita íntima, sem direito a grana do auxílio reclusão e sem advogado. Pois segundo as nossas leis, mais de um tiro é execução. Lembrando que isso só vale para os cidadãos de bem, honestos, trabalhadores, empresários e etc. Que Deus nos assegure sob suas asas e conforte a família do Adriano que hoje não têm mais a presença do pai, esposo, amigo, filho...

  • paulo roberto
    24 Jan 2020 às 14:41

    Justiça kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Kesso
    24 Jan 2020 às 13:33

    Se fosse eleitor do "písol ou pt" iria atirar rosas ou livros e estaria no mesmo lugar infelizmente. E depois tem gente querendo dar 2ª chance a assassinos, com direito a salario e público em campo.

  • marcos
    24 Jan 2020 às 12:28

    Sinceramente,não sei nem para o que serve a Justiça desse País,era melhor não ter,garanto que as coisas seriam bem melhores.

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