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Sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

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Justiça marca audiência por videoconferência em ação da Operação Sanguessuga contra Wellington Fagundes

Da Redação - Arthur Santos da Silva

12 Nov 2019 - 16:34

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Justiça marca audiência por videoconferência em ação da Operação Sanguessuga contra Wellington Fagundes
O juiz Paulo Cézar Alves Sodré, da Sétima Vara Federal de Mato Grosso, marcou para o dia quatro de dezembro a realização de audiência visando oitiva de testemunhas em ação proveniente da Operação Sanguessuga contra o senador Wellington Fagundes (PL).

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A instrução será realizada mediante videoconferência. Testemunhas arroladas são Nelson Dias de Moraes e Luiz Carlos Aranha Pietch.
 
O caso tramitava no Supremo Tribunal Federal (STF). A ministra Rosa Weber, do STF, reconheceu no dia 30 de maio o fim do foro privilegiado do senador Wellington Fagundes.

Acusação descreve o recebimento indevido de valores no período entre 2001 e 2006 pelo então deputado federal, o que teria ocorrido em troca da assinatura de emendas parlamentares autorizando convênios entre União e municípios para a aquisição de ambulâncias.

As aquisições eram direcionadas à empresa Planam, que em troca da operação transferia recursos para a conta do acusado e de seus parentes, por intermédio de empresas vinculadas.
 
Segundo o relatado na denúncia, o deputado disponibilizou seu mandato parlamentar em favor de Darci e Luiz Antônio Vedoin, proprietários do grupo Planam, a quem teria garantido recursos por meio de emendas parlamentares, que subsidiaram a aquisição de ambulâncias em vários municípios do Mato Grosso.
 
Em troca, o parlamentar teria recebido vantagem patrimonial indevida no valor mínimo de R$ 100 mil, por método de dissimulação da origem dos recursos.

8 comentários

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  • Marcos Paulo
    13 Nov 2019 às 14:08

    Vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros. Queira por favor refazer seu comentário e reenviá-lo.

  • CUIABANO NATO
    13 Nov 2019 às 13:47

    POR QUE NÃO FAZEM ANDAR OS PROCESSOS MAIS RAPIDAMENTE AI ESSES SENHORES FICAM AI BANCANDO DE BOM MOÇO TUDO CORRUPTO. ATE A SANTA CASA NÃO AGUENTOU.

  • cesar
    13 Nov 2019 às 10:37

    Como ele tem culpa no cartório, não apoia a prisão após julgamento de segunda instância. Essa é a conduta de muitos outros políticos.

  • ROMEU
    13 Nov 2019 às 10:34

    pra que ????

  • CHIRRÃO
    13 Nov 2019 às 08:43

    A JUSTIÇA MAIS MOROSA DO PLANETA....VÃO TRABALHAR...DAQUI A POUCO PRESCREVE E O CORRUPTO ESTARÁ LIVRE SEM NUNCA TER SIDO PRESO.

  • Aderbal Siqueira
    13 Nov 2019 às 03:44

    Jesus amado. O crime ocorreu em 2006!!!!!!!!! Treze anos depois e ainda estão ouvindo testemunhas. Vão prender quando? 2032? É por essas e VÁRIAS outras que o crime compensa e muito no Brasil. O Brasil NUNCA vai pra frente desse jeito.

  • Márcio
    12 Nov 2019 às 21:33

    A justiça tarda mais não falha

  • Cp
    12 Nov 2019 às 20:11

    Só 13 anos após a suposta ocorrência do fato ilícito haverá audiência para ouvir testemunhas? Ó celeridade maravilhosa.

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