Olhar Jurídico

Sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Notícias / Civil

Justiça não encontra ex-adjunto acionado em ação com Faid por prejuízo de R$ 2,3 milhões

Da Redação - Arthur Santos da Silva

20 Out 2019 - 16:53

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Justiça não encontra ex-adjunto acionado em ação com Faid por prejuízo de R$ 2,3 milhões
A juíza Celia Regina Vidotti, da Vara especializada em Ação Cível Pública e Ação Popular, determinou expedição de edital para notificação do ex-secretário adjunto de Administração, José de Jesus Nunes Cordeiro, acionado em processo de responsabilização por ato de improbidade administrativa. O ex-gestor não está sendo encontrado.
 
Leia também 
Sessão virtual julga improcedente ação contra lei que determinou parcelamento da RGA


“No caso, verifica-se dos autos que foram realizadas diversas diligencias no sentido de localizar o requerido José de Jesus Nunes Cordeiro, para notificação, mediante pesquisas de endereço,  entretanto, todas tiveram resultado negativo”.
 
A mesma ação aciona o ex-secretário de Administração e advogado, Francisco Faiad, Dorlete Dacroce, João Bosco da Silva, Alessandro Teixeira Nogueira, Elton Brasil Diniz, Jackson de Arruda e a empresa JVA Logística Transporte e Cargas e Armazéns Ltda.
 
Segundo o Ministério Público, os nomes são acionados por fraudar o pregão, direcionando contratação da empresa JVA Logística, que praticou sobrepreço na licitação e superfaturamento na execução de contratos, acarretando prejuízo ao erário no importe de R$ 2,3 milhões.
 
Os contratos que fazem parte da denúncia foram de prestação de serviço à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso (Secitec), Secretaria de Educação (Seduc) e Secretaria de Saúde (SES).
 
A investigação iniciou a partir de representação formulada pela empresa Planeta Administração e Serviços Ltda., que participou do certame e apontou várias irregularidades no procedimento.
 
Na ação, o Ministério Público pede que haja ressarcimento integral do dano. Ainda é exigido que a empresa seja proibida de participar de certames públicos.
 

3 comentários

AVISO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Olhar Jurídico. É vedada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O site Olhar Jurídico poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema da matéria comentada.

  • domingos santana da cruz
    21 Out 2019 às 09:53

    SERÁ QUE NÃO TEM OUTRA MANEIRA DE NOTIFICAR O SUJEITO,POIS TEMPO NUMA AÇÃO JUDICIAL CONTA,DAQUI A POUCA PRESCREVER O DELITO E O SUJEITO RI DA POPULAÇÃO.

  • Recruta 2016
    21 Out 2019 às 00:08

    Esse cel já sacaneou vários PRACAS

  • João bicudo
    20 Out 2019 às 18:18

    Quem tem que pagar esta conta são esses auditores de faz de conta, fiscais de faz de conta, que nada fazem para que essas falcatruas aconteçam, só depois que esses golpes bem sucedidos acontecem é que eles informam o sucesso dessas quadrilhas que só eles não enxergam, ou não querem ver, não há outra explicação a não ser acreditar que todos tem participação direta em tudo isso, é mostram que o crime vale a pena sempre

Sitevip Internet