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Terça-feira, 23 de abril de 2024

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erro gritante

Advogados cobram correção em matéria de contas da OAB

Foto: Olhar Jurídico

jovens advogados João Ricardo Vaucher, Ulysses Moraes e Fernanda Thomaz Mendes

jovens advogados João Ricardo Vaucher, Ulysses Moraes e Fernanda Thomaz Mendes

O grupo OAB Jovem e Independente tem requerido consecutivamente a correção na divulgação de uma matéria no site institucional da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Mato Grosso (OAB-MT) onde é informado que a Justiça Federal reconheceu a transparência na prestação de contas da gestão do atual presidente Claudio Stábile. Segundo os representantes do movimento o erro seria ‘gritante’.

Os jovens advogados João Ricardo Vaucher, Ulysses Moraes e Fernanda Thomaz Mendes explicaram, durante entrevista ao Olhar Jurídico, que em mandado de segurança impetrado pelo advogado Bruno Boaventura a magistrada Federal afirmou que para elucidar o embate o autor deveria postular sua pretensão por meio de via que comporte dilação probatória.

Especulações são para desestabilizar, avalia Aude

 Diante do embate, a juíza substituta da 2ª Vara Federal, Célia Regina Ody Bernardes julgou extinto o processo sem apreciar o mérito. “Não estamos questionando a prestação de contas, mas sim a retirada da matéria que foi veiculada no site institucional da OAB de forma equivocada”, asseverou João Ricardo.

Veja matéria veiculada no site da OAB/MT


Na matéria veiculada no site da Ordem no dia 19 de julho a informação é de que a juíza reconheceu que a Diretoria da OAB/MT prestou contas na forma da legislação em vigor e disponibilizou todos os documentos necessários no Portal da entidade. As informações estão à disposição da sociedade e dos advogados no link “Prestação de Contas”. Além de julgar extinto o processo.

O mandado de segurança impetrado por Bruno Boaventura causou certo embate político, uma vez que foi argumentado pelo presidente Claudio Stábile como questão eleitoreira, diante disso, Ulysses Moraes lembra que o grupo, representado atualmente por nove jovens advogados, é independente e não tem como objetivo tumultuar o processo de eleições da OAB.

“Não temos fim eleitoreiro, nossa independência e apartidarismo nos permitem isso. Queremos apenas que a matéria seja retirada, pois não acreditamos que houve má fé e sim um equívoco”, ressaltou.

Para Fernanda Thomaz Mendes o erro na veiculação da informação chega a ser gritante. Ela relatou que o grupo OAB Jovem Independente esteve reunido várias vezes com o vice-presidente Maurício Aude e a Comissão do Jovem Advogado, que chegaram a reconhecer o erro, mas não retiraram a matéria. “É uma informação inverídica. Eles reconheceram mas deixaram o erro”.
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