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Terça-feira, 18 de junho de 2024

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REGIME FECHADO

'Princesinha Macabra' é condenada a 32 anos por mandar matar jovem que foi decaptado em Lucas do Rio Verde

Foto: Reprodução

'Princesinha Macabra' é condenada a 32 anos por mandar matar jovem que foi decaptado em Lucas do Rio Verde
Nithiely Catarina Day Souza, integrante do Comando Vermelho conhecida como “Princesinha Macabra”, foi condenada a 32 anos, em regime fechado, por mandar matar o jovem Gediano Aparecido da Silva, que teve a cabeça decapitada e jogada dentro de um container, em Lucas do Rio Verde. Além de ordenar o assassinato, ela filmou toda a execução. Wesley Santana, que teria emprestado seu veículo para a empreitada criminosa, também foi sentenciado a 32 anos. Eles não poderão recorrer em liberdade e foram mantidos presos.


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Além do homicídio, qualificado por motivo torpe, tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, o júri condenou os dois por associação criminosa e ocultação de cadáver. Sessão de julgamento ocorreu nesta terça-feira (21). 

Nithiely, de 19 anos, ganhou o apelido de “Princesinha Macabra”. Ela foi acusada de gravar e dar ordens durante a execução do jovem Gediano Aparecido da Silva, de 19 anos, que teve a cabeça decapitada e jogada dentro de um container em Lucas do Rio Verde, no dia 19 de janeiro de 2022.

A morte do rapaz aconteceu porque ele teria comprado droga de uma quadrilha que não pertence a facção criminosa. "Não atira não. Vai fazer barulho mano. Só na faca vai", diz a mulher no vídeo que mostra a execução da vítima. Ela ainda faz um 'dois' com uma das mãos para o vídeo, simbolizando o Comando Vermelho e deixando a mostra suas tatuagens.

A polícia prendeu Nithiely no mesmo dia em que a jovem apareceu nas redes sociais debochando do fato de estar sendo procurada. Em uma publicação em sua página pessoal, a "Princesinha Macabra" foi questionada sobre a sua participação no crime.“Tá com rabo entre as pernas com medo de ser presa”, falou um de seus seguidores. Pouco depois ela respondeu: “Olha a minha preocupação”. 
 
Nithiely utilizava as redes sociais para ostentar dinheiro e mostrar uma vida voltada ao crime. Em uma das gravações, ela aparece com mais de R$ 3 mil em notas. Um dos homens que participou do crime já se encontra preso.
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