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Sábado, 20 de julho de 2024

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seguem presos

Mãe e filho filmados matando idosos a tiros em casa são denunciados; MP pede indenização de R$ 1,8 milhão

Foto: Reprodução

Mãe e filho filmados matando idosos a tiros em casa são denunciados; MP pede indenização de R$ 1,8 milhão
O Ministério Público do Estado (MPE) denunciou Inês e Bruno Gemilaki, mãe e filho, pelos homicídios que ceifaram a vida de Pilso Pereira da Cruz, 69 anos, e Rui Luiz Bogo, 81, em Peixoto de Azevedo, no dia 21 de abril. Promotor de justiça que assinou a peça, Alvaro Padilha de Oliveira também acusou Edson Gonçalves Rodrigues, que auxiliou na fuga do local do crime, e pediu que os três tenham as respectivas prisões mantidas. Ainda há pedido indenizatório com valores milionários para reparação dos danos causados em favor dos familiares das vítimas.


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No dia do crime, Inês e Bruno invadiram casa particular de Erneci Afonso Lavall, alvo da dupla, situada na rua Thiago Magalhães Nunes, nº 1403, bairro Alvorada. Segundo as investigações, Lavall entrou na mira de mãe e filho por ajuizar uma ação de cobrança contra Inês, que alugou e morou nessa residência, mas deixou dívida de R$ 59 mil e estragou a construção.

Acontecia uma confraternização na casa quando Inês e Bruno, com ajuda de Edson, invadiram o local. Em posse de um revólver, Inês disparou e matou Pilson e Rui Luiz, por engano. Ela queria matar Erneci Afonso, que sobreviveu.  O padre José Roberto Domingos também foi atingido pelos disparos, mas não morreu.

As câmeras de segurança da residência flagraram toda a ação criminosa. Nas imagens é possível ver o trio chegando e já efetuando diversos tiros. Bruno portava uma espingarda calibre 12 enquanto sua mãe uma pistola. Edson foi o “piloto de fuga” que auxiliou a dupla.

Diante disso, o promotor Álvaro Padilha de Oliveira os denunciou por homicídio, com a qualificadora do motivo fútil e recurso que dificultou a defesa das vítimas. Na denúncia, assinada no último dia 3, há pedido para que Inês, Bruno e Edson sejam mantidos presos preventivamente.

Além disso, o promotor requereu que eles paguem indenização, para os familiares de cada uma das vítimas, como forma de reparar os danos causados à Pilso Pereira da Cruz, em R$ 1 milhão, Rui Luiz Bogo em R$700 mil, e José Roberto domingos e Erneci Afonso R$150 mil.
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