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Sábado, 13 de julho de 2024

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ISOLADO

Líder do CV, Sandro Louco é mantido isolado na PCE por decisão do STJ

Foto: Reprodução

Líder do CV, Sandro Louco é mantido isolado na PCE por decisão do STJ
Em nova tentativa de sair do isolamento, o líder do Comando Vermelho em Mato Grosso, Sandro Silva Rabelo, o Sandro Louco, foi mantido no Raio 8 da Penitenciária Central do Estado por decisão do ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça.


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Há quase um ano isolado na ala da penitenciária, Sandro Louco pede para ser recolhido em unidade convencional do presídio.   Ele teve a prisão preventiva decretada pelo Juízo do Núcleo de Inquéritos Policiais da Comarca de Cuiabá, em 17 de março de 2023, e foi incluso no Raio 8 no dia 23.

Após ter o pedido negado pelo Tribunal de Justiça, cujo fundamento apontou pela necessidade de garantir a ordem pública, considerando a gravidade das imputações e o papel de liderança na facção, a defesa de Sandro contestou a manutenção do seu regime isolado, sob argumento de constrangimento ilegal e que os fundamentos para a medida extrema já teriam acabado.

Examinando o pedido, o ministro anotou a complexidade dos casos envolvendo os alvos da Operação Ativo Oculto, que desarticulou as ações do CV em Mato Grosso, sobretudo quando os acusados exercem papel de liderança nos grupos, denotando suas respectivas periculosidades.

Também destacou que o isolamento é necessário para prevenir a comunicação do detento com outros membros da facção, bem como garantir a segurança dentro do presídio.

A Operação Ativo Oculto foi deflagrada na manhã do dia 23 de março de 2023, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio da Polícia Civil, com objetivo de cumprir 271 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão. 

Os mandados foram cumpridos em Cuiabá, Várzea Grande, Mirassol D´Oeste, Araputanga, Barra do Bugres, Arenápolis, Sinop e Rondonópolis. Também foram cumpridas ordens judiciais em Mato Grosso do Sul e Rondônia e visam apurar delitos de lavagem de dinheiro e ocultação de bens e valores auferidos em decorrência da atividade do Comando Vermelho em Mato Grosso. 
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