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Sábado, 16 de janeiro de 2021

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Magistrado retira do ar propaganda em que Emanuel qualifica Abílio como 'craque em servidores fantasmas'

Da Redação - Arthur Santos da Silva

27 Nov 2020 - 09:57

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Magistrado retira do ar propaganda em que Emanuel qualifica Abílio como 'craque em servidores fantasmas'
O juiz Geraldo Fidelis, da 1ª Zona Eleitoral de Cuiabá, acatou pedido liminar do candidato ao cargo de prefeito de Cuiabá, Abílio Junior (Podemos), e determinou a retirada de propaganda do atual gestor em busca de reeleição, Emanuel Pinheiro (MDB).  A peça versava afirmava que Abílio “é craque em servidores fantasmas”.

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A propaganda tinha as seguintes acusações proferidas por Emanuel: “eu já combato à corrupção, inclusive de servidores fantasmas que o senhor entende muito bem que não existe na prefeitura de Cuiabá, aliás, o senhor é craque em servidores fantasmas. Está caindo a máscara do senhor Abílio Brunini, está todo mundo já sabendo, tem muito mais coisa aí que está acontecendo e está aparecendo para desmascarar essa figura de falso puritano que tentou, de toda forma, me corromper”.
 
As afirmações de Emanuel prosseguiam: “Isso sim o senhor tentou, para indicar cargos apadrinhados dos seus sócios do escritório de arquitetura que eu não aceitei. Eu não aceitei e não aceito. Olha seu gabinete, o senhor tem um gabinete de setenta metros quadrados com dezoito servidores que dizem que a maioria fantasma, o senhor não abre mão de nenhum centavo da sua verba indenizatória, paga uma de bom moço e dizer que vai enxugar a máquina, o senhor não enxugou seu gabinete parlamentar. O senhor vai ser desmascarado, isso é combater a corrupção”.  
 
Ao conceder liminar, determinando suspensão da propagando, o juiz salientou que não existem provas sobre as acusações. Segundo decisão de Fidelis, não há, até o presente momento, qualquer indicativo de que Abílio tenha respondido processo criminal ou que Emanuel tenha formalizado, perante as autoridades competentes, a informação para investigação.
 
Ao conceder liminar, a Justiça estabeleceu multa de R$ 30 mil em caso de descumprimento.

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