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Sábado, 04 de abril de 2020

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Marcada conciliação em processo que bloqueou R$ 805 mil de acusada por morte de cantor

Da Redação - Arthur Santos da Silva

14 Fev 2020 - 11:46

Foto: Reprodução

Marcada conciliação em processo que bloqueou R$ 805 mil de acusada por morte de cantor
O juiz Yale Sabo Mendes marcou audiência de conciliação para o dia oito junho em ação de indenização movida contra a bióloga Rafaela Screnci da Costa Ribeiro, acusada pela morte do cantor Ramon Alcides Viveiros em acidente registrado próximo à boate Valley, na cidade de Cuiabá.

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O crime ocorreu no dia 23 de dezembro de 2018, na Avenida Isaac Póvoas. Antes de marcar a audiência, Yale acatou pedido liminar e determinou bloqueio de bens em face da parte acionada no valor de R$ 805 mil.
 
Rafaela Screnci também é denunciada, em processo que pode levar a júri popular, por crime de homicídio na modalidade de dolo eventual (por duas vezes) e homicídio tentado.

Na ocasião do acidente, a denunciada atropelou Mylena de Lacerda Inocêncio, Ramon Alcides Viveiros e Hya Giroto Santos, causando a morte das duas primeiras vítimas e gravíssimas lesões corporais na terceira.

Ao dirigir em notório estado de embriaguez e em velocidade acima do permitido, conforme o MPE, a acusada Rafaela Screnci assumiu o risco de produzir o resultado morte.
 
O bloqueio de bens já decretado atinge ainda o pai de Rafaela Screnci, também acionado na ação de indenização. 

9 comentários

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  • Bianca
    14 Fev 2020 às 19:30

    Com todo respeito, ngm aguenta mais ver essas matérias sobre esse caso, respeitem as pessoas envolvidas. Deixem o menino descansar em paz, vingança não o trata de volta! Essa indenização exorbitante coitada dessa professora além de tá toda despedaçada por conta da brincadeirinha e da dancinha não rua ainda, bloquear os bens até da família... vão viver do q? Todos do caso erraram.

  • Agenor
    14 Fev 2020 às 19:23

    Toda semana isso? Mudem o disco! Já está mais do que claro que a família do “cantor” só quer vinganca. Deem créditos a acontecimentos atuais aí O.D e sejam imparciais

  • joana
    14 Fev 2020 às 16:05

    meus sentimentos as famílias mas na minha opinião todos tiveram sua parcela de culpa. nada mais justo que os sobreviventes sejam julgados não só a professora

  • Observadora
    14 Fev 2020 às 14:26

    Bloquear os bens.. nada mais justo. Espero que perca tudo.

  • joao
    14 Fev 2020 às 14:26

    Já deu em ganhar views em cima dessa tragédia né Olhar Direto?

  • Moacir
    14 Fev 2020 às 13:40

    Sou contra pagar indenização por ter tirado a vida de outros. Porque da vantagem aos mais ricos. Deveria era ir para a cadeia para aprender e deixar como exemplo para os porcaria de motorista que enchem o rabano de trago e assumem o volante.

  • GILMAR RODRIGUES DE BRITO
    14 Fev 2020 às 12:52

    engraçado porque nao cobraram tambem da quela medica que matou .o pobre do verdureiro ,so poque ele era pobre e ela e ricar nao deu em nada ,

  • bruno
    14 Fev 2020 às 12:10

    Este valor deve ser dividido pela outra falecida em acidente... isso seria correto, onde está a justiça imparcial?

  • Pedrão
    14 Fev 2020 às 12:10

    Seria interessante esclarecer à população que o bloqueio do valor mencionado é "até a quantia de 805 mil", ou seja, não necessariamente a medida judicial de fato bloqueou esse valor. Há muita gente achando que a ré possuía todo esse dinheiro disponível em conta ou aplicações. Na maioria das vezes, se determina o bloqueio de certo valor, mas só se encontra parte dele.

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