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Sexta-feira, 06 de dezembro de 2019

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Empresa de monitoramento não consegue pagar empréstimo e entra em recuperação judicial

Da Redação - Arthur Santos da Silva

21 Ago 2019 - 11:47

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Empresa de monitoramento não consegue pagar empréstimo e entra em recuperação judicial
A juíza  Anglizey Solivan de Oliveira, da Primeira Cível de Cuiabá, Especializada em Recuperação Judicial, homologou no dia 9 de agosto pedido da empresa Opus – Sistemas Eletrônicos Ltda, endividada em R$ 518 mil.
 
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Conforme informado, a Opus nasceu como empresa familiar, e aos poucos foi crescendo e expandindo seus negócios. Em 2004, graças ao seu crescimento saudável, adquiriu prédio próprio.
 
Em razão do surgimento de distribuidoras de equipamentos eletrônicos que “baratearam, e muito, os produtos nas distribuidoras”, os sócios precisaram repensar o negócio, vindo a empresa, então, a ingressar em novos nichos de mercado, com “a realização de massivos investimentos” com recursos obtidos junto à Caixa Econômica Federal.
 
Com a crise que se instaurou no país em 2016, a empresa sofreu queda brusca em sua receita, em virtude da ausência de crédito no mercado e diminuição no consumo, acarretando em “desencontro de fluxo de caixa”. Tentativas de renegociações com a Caixa Econômica Federal foram infrutíferas.
 
Para homologar a recuperação judicial, Anglizey Solivan levou em conta documentos sobre a saúde financeira da empresa. A Opus tem um prazo de 60 dias para apresentar seu plano de recuperação. Administrador judicial escolhido receberá 2% do valor da dívida. Pedido de suspensão de todos os apontamentos e protestos existentes em nome da devedora foi negado.

Outro lado

Confira nota enviada pelo advogado Homero Lima Neto:

A Opus Sistemas Eletrônicos, empresa atuante no mercado de seguranca Eletrônica há  aproximadamente 21 anos, informa a todos os seus clientes, parceiros, colaboradores  e stakeholders que somente pleiteou sua recuperação judicial para ganhar fôlego e prazo para renegociar dívidas com seus credores, que são poucos.

A empresa está devidamente aberta e continua atuando normalmente em seu ramo de atividade, com a mesma qualidade de sempre, tendo a certeza de que seu processo de recuperação judicial será bem sucedido, em razão do profissionalismo e o empenho de todo o time na consecução dos serviços.

1 comentário

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  • América
    21 Ago 2019 às 13:12

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