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Domingo, 25 de agosto de 2019

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Desembargadora decreta bloqueio de R$ 709 mil contra empresa investigada na Sangria

Da Redação - Arthur Santos da Silva

24 Mai 2019 - 15:04

Foto: TJMT

Marilsen Andrade

Marilsen Andrade

A desembargadora Marilsen Andrade, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), acatou recurso de sete médicos em ação de cobrança contra a Sociedade Mato-grossense de Assistência em Medicina Interna Ltda (Proclin), determinando o bloqueio de R$ 709 mil. A Proclin é investigada na Operação Sangria, por fraudes em contratos públicos de Saúde.

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Segundo narrado, os médicos firmaram com a Proclin uma sociedade em conta de participação (SCP), para que prestassem serviços médicos a terceiros. Os profissionais trabalharam em regime de plantão nos hospitais sem receber salário por aproximadamente sete meses.
 
Em sua decisão, datada do dia 23 de maio, a desembargadora Marilsen Andrade considerou documentos juntados pelos médicos que buscavam bloqueio. Conforme entendimento da magistrada, restou comprovada a dívida.
 
“Conforme se pode depreender dos extratos do Programa Pega Plantão carreados aos autos, nos quais constam os plantões e demais atendimentos realizados por cada um dos agravantes junto aos Hospitais Metropolitano e São Benedito desde agosto de 2018, e os respectivos valores que lhes são devidos individualmente, tem-se por evidenciada, por ora, a relevância da fundamentação”, salientou Marilsen.
 
A investigação da operação Sangria apura fraudes em licitação, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, crimes cometidos através de contratos celebrados com as empresas usadas pela organização, em especial, a Sociedade Mato-Grossense de Assistência Médica em Medicina Interna (Proclin), Serviços de Saúde e Atendimento Domiciliar (Qualycare) e Prox Participações.   

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